Pequenas inquietações
Estou a trabalhar ao computador ao som de Dido. Há mais de um ano que não ouvia este CD, e tão pouco me lembrei que o tinha. Há alturas em que olho vezes sem conta para tudo o que tenho e parece que os olhos – a comando da mente – só vêem determinadas coisas, por sinal, quase sempre as mesmas. Vá-se lá perceber…
Depois de um dia calmo de trabalho, chego a casa e recebo uma notícia incerta e algo preocupante. Procuro não manifestar essa inquietação aos que me rodeiam, com receio de lhes transmitir algum sentimento negativo ou tornar o cenário algo mais nublado.
Refugio-me, guardo para mim estas preocupações. São, apesar de tudo, pequenas inquietações que poderão não ter fundamento. Mas assustam.