Quarta-feira | Outubro 25, 2006

Desodorizantes à parte...

"Pérola" ouvida de fugida numa conversa de autocarro:

 

Rapariga - Aquela empregada da faculdade é um musK!
Rapaz - Um MUSK?!
Rapariga - Sim, não concordas?
Rapaz - (sorriso amarelo) Sim... sim...
 

Um musk este diálogo, não concordam?

Escusado será dizer que mal consegui conter o riso. Mais uma figurinha triste, nada de novo :)

 

Escrito por Joaninha em 22:21:56 | Link permanente | Comments (6) |

Segunda-feira | Outubro 23, 2006

Sem palavras

Há imagens e sons que valem mais do que qualquer explicação.

Este anúncio, brilhantemente produzido e realizado por uma empresa portuguesa, nunca passou nas televisões nacionais. Premiado internacionalmente, é daquelas pequenas grandes obras de arte que nos abalam o espírito e nos fazem relativizar todos os ditos "problemas" que assolam o nosso pequeno mundinho todos os dias.

 

 

 Tão humano e tão real, que não dá para esquecer.

 

Escrito por Joaninha em 23:15:41 | Link permanente | Comments (5) |

Quinta-feira | Outubro 19, 2006

Desabafo

Estou num enorme ponto de interrogação. Tenho guardado todas as dúvidas para mim e parece que, a cada dia que passa, se vão formando mais nós… não sei o que fazer, que decisão tomar; sinto-me perdida no meio de questionações constantes e das voltas do destino (no qual pareço não querer acreditar); dou por mim a pesar prós e contras, a racionalizar o que não deveria ser racionalizado e a assumir uma frieza que não faz parte de mim.

Nos últimos tempos, tudo parece ter ficado coberto por uma nuvem escura de dúvida. A nuvem desaparece sempre que a almofada assume a verdade dos meus pensamentos, sempre que a frustração da indecisão dá lugar à pouca paz que apenas me visita pela noite dentro.

 
Escrito por Joaninha em 10:10:02 | Link permanente | Comments (7) |

Segunda-feira | Outubro 16, 2006

Bem me quer, mal me quer

Definitivamente, hoje foi o dia do mal me quer...

 

Escrito por Joaninha em 22:41:57 | Link permanente | Comments (4) |

Sábado | Outubro 14, 2006

Constatações de uma sexta-feira 13

- Acordei bem disposta e com a sensação de que iria ser um grande dia;

- Tudo o que de menos bom receava não aconteceu;

- Tive tempo para almoçar e deambular por todos os pensamentos e mais alguns;

- Tive a companhia do Nilton e do seu stand-up à sobremesa (quem é que disse a

   este fulano que ele tinha piada?)

- O dia esteve cheio de luz e calor;

- Senti-me confiante e bem;

- Foi o melhor dia de trabalho desta semana;

- Encontrei quem mais queria.

 

Escrito por Joaninha em 12:23:52 | Link permanente | Comments (2) |

Quarta-feira | Outubro 11, 2006

Necessidade

Vou precisar de fôlego para este dia... de muito fôlego, na verdade...

 

Escrito por Joaninha em 11:20:04 | Link permanente | Comments (5) |

Domingo | Outubro 08, 2006

Telemóveis: Lição nº 1

Teoria: 

A minha relação com telemóveis sempre foi algo fria. Não lhes acho grande piada, nem tão pouco vivo obcecada pelo último modelo que saiu e pelo qual todos se babam. Ao contrário da opinião geral, eu acho que a chegada destes "bichos" à nossa realidade não permitiu a aproximação das pessoas; contribuiu, isso sim, para que se afastassem cada vez mais: trouxe-nos a frieza das mensagens escritas e das emoções transmitidas por caracteres combinados e smileys despersonalizados... A voz, essa, foi relegada para planos muito secundários...

A verdade é que hoje é impensável viver sem telemóvel. Mas está-se a chegar a um exagero tal que roça o ridículo. É mais do que comum estar num sítio fechado e ver todas (todas!) as pessoas à nossa volta a telefonar, a atender, a escrever mensagens ou, simplesmente, a olhar para o aparelho. Mais ridículo se torna apercebermo-nos que, nos dias que correm, um casal num restaurante que não comunica entre si porque está demasiado ocupado ao telemóvel a tratar de assuntos "importantes" e, supostamente, inadiáveis, se tornou numa vulgaridade...

Não sou, de forma alguma, avessa à modernidade e à evolução das tecnologias. Vivo rodeada delas e são parte da minha qualidade de vida e felicidade. Acho, sim, que se chegou a um ponto sem retorno e que esta espiral de consumismo desenfreado dificilmente encontrará o seu fim...   

Prática:

Muitas vezes desligo o telemóvel simplesmente porque não me apetece estar comunicável - seja lá por estar muito feliz e não querer tomar conhecimento de alguma notícia que me estrague esse estado de espírito, seja por estar "na mó de baixo" e não ter 'estofo' para arcar com novidades desagradáveis. Reconheço que possa ser interpretado como uma acto de alguma imaturidade, mas faço-o por pura e simples necessidade de paz, de silêncio nos meus pensamentos.

Admito que a sensação de ansiedade me assola sempre que me esqueço do 'bichinho de estimação' em casa. Mas simplesmente por motivos profissionais. Esses, sim, preocupam-me: a ausência de resposta poderá ser mal interpretada e conduzir a mal entendidos. Com os amigos e colegas também se corre esse risco, mas o problema é facilmente ultrapassável. Já tive discussões por causa de telemóveis desligados - esses, sim, actos que, vistos à distância, me parecem francamente ridículos.

Ontem recebi duas chamadas enquanto estava a trabalhar e não as pude atender. O número era-me desconhecido e isso foi o suficiente para me inquietar e me deixar num estado de ansiedade tal, que não parei de pensar nas possíveis origens daqueles telefonemas. Acredito que o fiz por me encontrar numa fase de alguma insegurança relativamente a determinadas alíneas da minha vida. Risquei todas as hipóteses do meu pensamento e dormi sobre o assunto. Esquecer... foi o melhor... 

Tenho um telemóvel e dou-me bem com ele. A nossa relação não é muito próxima, é verdade; simplesmente não o utilizo como substituto de um relógio, de uma calculadora ou de uma agenda. Mas uso-o para falar. Está bem assim, não está?

 

Escrito por Joaninha em 18:11:49 | Link permanente | Comments (5) |

Segunda-feira | Outubro 02, 2006

Pronto, estou fartinha!

Estou farta, fartinha de "levar" com pessoas que se sentem no direito de interpretar a minha vida e de a viver por mim. Estou cansada de perguntas sem fim e de opiniões lineares, de "sins" e "nãos" sem sentido ou impermeáveis a qualquer tipo de emoção, de "devias ter feito isto" e "não devias ter feito aquilo" vindos de quem não esteve lá, de quem não sentiu o mesmo, de quem não viveu o mesmo.

Quando é que eu passei a deixar que tomassem pulso à minha vida?

Que capítulo é que eu passei à frente?

 

Escrito por Joaninha em 22:52:16 | Link permanente | Comments (11) |