Segunda-feira | Julho 31, 2006

Este filme é...

... absolutamente encantador.

 

Rendi-me por completo. Chamem-me lá romântica, sonhadora e tudo o mais! Lindo, lindo, lindo! O argumento (embora seja um remake) é fabuloso, a fotografia muito boa e a banda sonora fantástica. 

Vai um aperitivo? :)

 

 

[Depois disto só me resta dizer... há actrizes com sorte ;) ]

 

Escrito por Joaninha em 18:12:31 | Link permanente | Comments (9) |

Sexta-feira | Julho 28, 2006

Simplicidade

 "As minhas mãos são brancas. Mesmo que vá à praia as minhas mãos são brancas. Não sei de as mãos das outras pessoas mudam de cor com o sol ou com a temperatura, mas as minhas acho que não… Também nunca olhei com atenção. Como aquelas coisas que estão tão presentes que nem pensamos nelas.
As minhas mãos nunca saíram para fazer uma viagem ou coisa assim… Nunca discuti com elas, nem com uma nem com outra e acho que também nunca discutiram entre si. Já devem, por outro lado, ter discutido com outras mãos iguais ou diferentes. Acho que quando for preciso, e se outras mãos me chatearem muito, as minhas mãos entram logo em minha defesa… Mas atenção que não estou a falar de força bruta, estou a falar de dança. Uma espécie de combate onírico. Acho que as minhas mãos devem ser boas nisso… devem ter jeito para atacar e defender sem chegar a tocar, sem chegar a arranhar… devem ser boas para puxar, para atrair como íman mas sem tocar, para mandar embora outras mãos já com força depois de pararem comigo.
Já vi as minhas mãos tristes quando outras mãos passam sem parar. Já vi as minhas mãos tristes quando o frio de outras mãos as congelam ao ponto de não se conseguirem mexer mais… Às vezes, as minhas mãos sozinhas não existem, não se encontram uma à outra e fica escuro. Mas isso também não costuma demorar muito, porque vêem os braços e ajudam o corpo a ficar quente outra vez…
As minhas mãos, juntas, são muitas. Tantas que se perde a conta principalmente quando as tuas também se juntam ao “grupo das mãos juntas”. É um grupo com bom ambiente e não se tem que pagar mensalidade. Só é preciso agarrar outras mãos sozinhas.
Em determinadas estações, as minhas mãos apaixonam-se por outras mãos… e levam-me atrás, mas eu também não penso. Entramos os cinco em transe (eu, as minhas mãos e as outras duas mãos) e dançamos todos numa roda gigante. Entrelaçam-se, sentem-se, despem-se, lavam-se e descansam. E eu… sempre aqui. Inseparável. (...)“
 

                                                         Tiago Bettencourt, Janeiro de 2006

 
Escrito por Joaninha em 12:26:19 | Link permanente | Comments (3) |

Finalmente...

... tudo em paz.

 

Escrito por Joaninha em 12:17:25 | Link permanente | Comments (3) |

Segunda-feira | Julho 24, 2006

A frio.

Alguns dos desentendimentos que tenho tido com esta pessoa que me minou o bom humor na sexta-feira passada têm a ver com a minha ausência, com o pouco (ou nenhum) tempo que tenho dedicado às minhas amizades, por completa e involuntária falta de tempo e de disposição. Reconheço o meu afastamento e a legitimidade de alguém que me era tão próximo de se sentir magoado perante esta situação. Mas tudo é resolúvel, não há situações que não possam ser faladas, discutidas e devidamente explicadas numa verdadeira amizade. Um verdadeiro amigo não guarda ressentimentos, não “ataca” escondido sob palavras amargas. Em vez disso, fala, insiste para que as coisas sejam faladas, discutidas, esclarecidas, se é que já não o foram no tempo devido. Por mais que esta pessoa sinta a minha falta e me acuse com todas as forças de nada fazer para manter a amizade, por mais que se sinta triste ou revoltada, não tem qualquer legitimidade para me apontar constantemente o dedo sem mais nem porquê, nem sequer para duvidar da minha sinceridade ou me magoar profundamente com palavras duras, só porque se julga dona da razão absoluta ou se sente a única vítima da situação. Não admito que alguém me atire pedras às (poucas, admito) tentativas de aproximação e depois me acuse de ser a “desinteressada” na relação. Nem sequer estou interessada em forçar um bom entendimento com uma pessoa que não me compreende nem se esforça para tal e que julga o meu comportamento de forma leviana em função daquilo que considera ser razoável na sua cabeça.

 

Bom, ponto final neste assunto. Foi só um desabafo.

 

(Obrigada pelo carinho das vossas palavras.)

 
Escrito por Joaninha em 18:14:40 | Link permanente | Comments (14) |

Sexta-feira | Julho 21, 2006

Começa mal...

O que leva alguém a querer estragar-nos o bom espírito logo pela manhã com uma mensagem seca vinda do nada a pôr em dúvida uma amizade? Que prazer lhe dá?

Só comigo... Chiça!!

 

Escrito por Joaninha em 10:11:36 | Link permanente | Comments (3) |

Quarta-feira | Julho 19, 2006

'Tá fresquinho, 'tá calor

A verdade é que o calor é bom. Sou a primeira a defender os desígnios de S. Pedro por alturas do Verão e riposto sempre que alguém se queixa do tempo “demasiado quente”. Temos ao longo de 10 meses dias frios, húmidos, desagradáveis. Andamos ao longo destes meses a levantarmo-nos com esforço, a trabalharmos encafuados num escritório, numa sala ou nalgum espaço fechado apenas iluminado pelo cinzento lá de fora e a ficarmos horas presos no trânsito porque mal caem as primeiras pingas todo o português pega no seu carrinho em vez de num guarda-chuva. Nestes 300 dias, passamos os fins de semana em casa ou em centros comerciais, cinemas ou galerias para escapar ao cinzento, andamos mais tristonhos e – pasme-se! -  a queixarmo-nos do “mau tempo”.

 

Chega o Verão. Nos primeiros dias, todos sorriem, tudo parece mais fácil. Fazem-se autênticas “celebrações” pela chegada daquilo que se supõe ser o tempo quente. Entretanto, o verdadeiro Verão resolve instalar-se. Um forninho, no fundo. Ninguém dorme, as noites reduzem-se a insónias, a janelas abertas e à visita de alguns mosquitos. Trabalhar torna-se numa missão praticamente impossível sem a ajuda de um ar condicionado. Andar na rua torna-se hábito raro. As praias enchem-se com enormes grupos de adolescentes e todos os não-adolescentes suspiram por poder ter a sorte de voltar ao tempo dos três meses de férias…

E mais uma vez começamos a queixar-nos do calor insuportável, da moleza de espírito, das noites mal dormidas, das férias que parecem inalcançáveis, de tudo.

 

Estamos sempre insatisfeitos com o que temos, querermos sempre mudar as coisas. Não estaremos a ficar “queixinhas” de mais? Não me lembro de sermos assim há uns 10 ou 15  anos… e parece-me que isto é um fenómeno tipicamente urbano… na aldeia, ninguém se queixa do tempo “mau” ou “demasiado quente”. Sempre que lá dou um pulinho e falo com as pessoas mais velhas sobre o tempo, a única coisa que ouço é “este ano está um bocadinho melhor, o ano passado foi bem pior” (sendo que a temperatura média durante os 3 meses de Verão rondará os 35º C).

E digam-me que o índice de satisfação é maior nas urbes…

 

 

Ou eu sou muito positiva, ou fui contagiada pelo espírito rural…

  
Escrito por Joaninha em 09:24:39 | Link permanente | Comments (9) |

Quinta-feira | Julho 13, 2006

Cap pas cap?

Sophie: Tell me that you love me first because I'm afraid that if I tell you first you'll think that I'm playing the game.

(Jeux d'enfants, Yann Samuel)

 

Escrito por Joaninha em 11:23:45 | Link permanente | Comments (7) |

Terça-feira | Julho 11, 2006

Desafio aceite :)

A convite de uma amiga especial, decidi expôr-me a toda a vasta audiência deste blog :)
[medo, medo...]
Vamos lá a isto!
 
 
Pepino dos 4
 
Empregos que já tive:
 
- estudante (já lá vai o tempo...);
- professora;
- explicadora;
- formadora; 
 
Filmes que não me canso de assistir (aqui não me consegui decidir mesmo por 4...):
 
- O fabuloso destino de Amélie Poulain;
- Jeux d'infants;
- Million Dollar Baby;
- Doidos por Mary;
- Shrek;
 
Lugares onde vivi:
 
- Porto;
- Penafiel - 1 ano;
- Heidelberg (Alemanha) - 1 ano;
- Bielefeld (Alemanha) 1 mês;
 
Livros que recomendo:
 
- "O Principezinho", de Antoine de Saint-Exupéry (pela pureza);
- "Mafalda, a Contestatária", de Quino (pelo feitio adoravelmente rezingão);
- "Os Meus Problemas", de Miguel Esteves Cardoso (pela crítica mordaz);
- "Poesia Completa", de Florbela Espanca (por tudo e mais alguma coisa);
 
Programas de TV que não perco:
 
- Telejornal (RTP, sempre);
- "Lost";
- "Sex and the City";
- "Coupling";
 
Lugares onde já estive de férias (vou restringir isto aos que mais tiveram significado para mim):
 
- Ribatejo;
- Alentejo;
- Açores;
- Cabo Verde;
 
Comidas preferidas:
 
- Todas as da mummy;
- Cozido à Portuguesa;
- Bifinhos com cogumelos (chamem-me normal...);
- Profiteroles - com banhinho de chocolate quente... aiii... (e muitas mais sobremesas...)
 
Músicas favoritas (entre centenas de muitas outras):
 
- "Who's gonna ride your wild horses", U2;
- "Wrong Impression", Natalie Imbruglia;
- "Crash into me", Dave Matthew's Band;
- "Your body is a wonderland", John Mayer;
 
Websites que visito diariamente:
 
- Caixas de correio;
- Blogues (meu e de amigos);
- Agência Lusa;
 
Lugares onde gostaria de estar neste momento (sempre bem acompanhada, se pudesse ser...):
 
- Cuba;
- S. Tomé e Príncipe;
- em todos onde passei as melhores férias;
- longe.
 
 
Passo o desafio ao André, ao Sonhador, à Susana e à Marta. Aceitam?
 
 
Escrito por Joaninha em 11:28:02 | Link permanente | Comments (9) |

Segunda-feira | Julho 10, 2006

Balanço

Confirma-se: foi mesmo impossível resistir! Um concerto absolutamente FA-BU-LO-SO, uma noite simplesmente inesquecível!
 
(Só o gelo entre nós é que não derreteu... mas isso...)
 
 
Escrito por Joaninha em 09:31:43 | Link permanente | Comments (5) |

Sexta-feira | Julho 07, 2006

É hoje!

 
 (Dêem um saltinho aqui!)
 
   Vai ser impossível resistir...
 
 
 
Escrito por Joaninha em 09:51:56 | Link permanente | Comments (5) |
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