Segunda-feira | Dezembro 31, 2007

Tchim Tchim


Amigos, que o ano de 2008 seja em TUDO melhor que o de 2007!
E que vos traga muito altos voos e muitos motivos para continuar a sorrir!
 

 
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Encontramo-nos em 2008!

FELI
 ANO  NOVO!





Escrito por Joaninha em 12:28:26 | Link permanente | Comments (4) |

Segunda-feira | Dezembro 17, 2007

Ano ímpar

Aviso já que este post corre riscos de se tornar uma maçada para muita gente, portanto, à falta de paciência, é melhor avançar para outros cantos mais quentinhos e reconfortantes...


Este ano não tem sido fácil. Ontem, à conversa com os meus pais, acabei por constatar um bruto contraste entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano. Até Junho, tudo parecia ir no caminho correcto: novos desafios profissionais, novos horizontes, algumas viagens, muitos sorrisos e aquele conforto constante da amizade sempre presente. No entanto, e estranhamente, pouco de tudo isto me conseguiu reconfortar perante a fragilidade que a perda de seis pessoas da minha família me trouxe. Uma solidão pouco explicável, que me vai roubando aos poucos os pequenos momentos a sós que tenho para me tentar conciliar com a dor do coração. Mas as lágrimas roubam alguma da paz e insistem em aparecer ao meio da noite ou a qualquer momento do dia, sem que nada o preveja, apenas porque a racionalidade fugiu para alguma parte perdida das lembranças que não consigo controlar.
Concluí ainda que nem sempre antecipar o primeiro passo é a solução para caminharmos juntos com alguém. Tive decepções na amizade e arrisquei em áreas demasiado frágeis, pensando que isso me traria alguma felicidade e tudo o mais que preenche o coração. Lidei com falsidades, com muitos nevoeiros por entre histórias mal contadas - ou nem sequer discutidas - e com muitas provas de imaturidade. Nem sempre me senti bem, apeteceu-me fugir daqui muitas vezes, por saber que não era aqui que estava bem. Consegui escapar para alguns refúgios, onde nada respirava solidão ou tristeza. Andei pelo Alentejo a conhecer muitos compadres e comadres, a denunciar o meu sotaque nortenho pelas aldeias alvas perdidas debaixo de um sol abrasador, a conduzir ao vento envolvida numa temperatura de 35 graus e a cantar a toda a força as músicas mais populares das rádios locais; fìz um tour pela Alemanha, andei em todos os transportes e mais alguns, apanhei frio e calor, comi bem e muito mal e dormi em péssimos e menos péssimos hotéis; estive no Gerês com alguns dos meus melhores amigos, "sempre a sorrir" (como eles me chamam) e senti-me uma das pessoas mais felizes do mundo; ... Talvez me devesse agarrar a estes sentimentos, mas as recordações muitas vezes não se conseguem erguer depois de mais um abalo como uma morte. De repente, vejo-me a recear atender telefonemas vindos de pessoas da minha família, porque só trazem escuridão. Tento não me afastar de quem é capaz de me fazer sorrir sem esforço. Tento, nem sempre consigo. Por vezes, falta aquele abraço capaz de me fazer voltar atrás e recuperar o último sorriso antes de o ter esquecido...
Estamos no final deste ano ímpar. Três dos meus melhores amigos estão finalmente com alguém que os merece. Um dos quais nem sequer mo admite, não sei porquê. Eu continuo envolvida com os meus objectivos profissionais e tento ignorar os falhanços em questões mais relacionais. Estou numa de estudos, a tentar vingar num mundo que desconheço totalmente. Tenho montes de ideias que quero pôr em prática. Estou empenhada num novo projecto, uma ideia que partilharei aqui convosco daqui a um aninho. 
Estou triste porque uma das feridas ainda é muito recente. Mas estou bem, porque estou a conseguir lidar com a dor e a prosseguir. E continuarei "sempre a sorrir". 




Escrito por Joaninha em 17:12:10 | Link permanente | Comments (5) |

Sábado | Dezembro 01, 2007

Uma pequena pérola.





O "intervalo" perfeito de tudo o que não interessa.
Vão por mim.

(Ah... e é coisinha de puxar à lagrimita...)


 

Escrito por Joaninha em 16:14:50 | Link permanente | Comments (5) |