E para rematar…
Digamos que não estou a ter o melhor regresso de férias que poderia ter. Depois de tanto sol, tanta praia, tanta música, tanta dança, tantos sorrisos… ei-la, a tinha-mesmo-de-acontecer intoxicação alimentar. Maldita a hora em que considerei sequer a hipótese de mastigar (ou mascar, depende da perspectiva) a papa de puto - perdão, comida - do avião.
Apesar de ter uma tendência estranha para crises de fígado, nunca passei tão mal como desta vez. Estou em repouso total, sem me conseguir segurar de forma autónoma, sinto-me zonza, cheia de dores musculares e irritadiça. Só agora começo a aguentar comida no estômago e a simples ideia de pensar nessa palavra me deixa com náuseas. Não consigo adiantar trabalho em casa, porque me falta a concentração e as pálpebras pesam demais. Sinto-me em baixo e frustrada por ter tido que desmarcar todos os compromissos profissionais que tinha agendados após o regresso.
Apesar de ter uma tendência estranha para crises de fígado, nunca passei tão mal como desta vez. Estou em repouso total, sem me conseguir segurar de forma autónoma, sinto-me zonza, cheia de dores musculares e irritadiça. Só agora começo a aguentar comida no estômago e a simples ideia de pensar nessa palavra me deixa com náuseas. Não consigo adiantar trabalho em casa, porque me falta a concentração e as pálpebras pesam demais. Sinto-me em baixo e frustrada por ter tido que desmarcar todos os compromissos profissionais que tinha agendados após o regresso.
Entrar no ritmo frenético de trabalho e estudos depois de umas férias paradisíacas já é complicado.
Assim, torna-se num pesadelo.
Há-de haver sempre alguma coisa. SEMPRE.